Automação.
Processos que rodam sem depender de ninguém lembrando de executar.
O que governa
cada decisão.
Processo antes de ferramenta
Automação de processo ruim gera processo ruim mais rápido. Mapeamos o fluxo humano atual, identificamos gargalos, antes de escrever uma linha de workflow.
Supervisão, não abdicação
IA executa, humano decide o que importa. Toda automação tem checkpoints definidos onde o sistema para e aguarda aprovação. Nenhum agente age sozinho em decisões de alto risco.
Observabilidade total
Se você não consegue ver o que o sistema fez, não é automação — é esperança. Logs estruturados, alertas proativos, dashboards de saúde. Nada de caixa preta.
Iteração contínua
Versão 1 é ponto de partida, não entrega final. O sistema aprende com erros, expande cobertura com o tempo. Automação é produto vivo, não projeto com fim.
Quatro agentes,
operação contínua.
Cada agente tem escopo definido, ferramentas específicas e protocolo de handoff. Nenhum trabalha isolado.
Análise de mercado, planejamento de campanhas, priorização de projetos e decisões de alocação. Lê dados do Métrikos, orienta Contento e Nexo.
Produção de conteúdo em escala: artigos, copies, roteiros, e-mails, posts. Opera no tom da marca, respeita calendário editorial, entrega pronto pra publicar.
Coleta, transforma e entrega dados. Gera relatórios antes da reunião de segunda. Dispara alertas quando métricas saem do threshold definido.
Orquestra os fluxos entre sistemas: CRM, e-mail, notificações, webhooks, publicações agendadas. Cola os outros três agentes num workflow único.
Cada agente passa contexto estruturado pro próximo: o que foi feito, o que ficou pendente, qual a prioridade. Sem retrabalho, sem ruído.
Decisões de alto risco passam por aprovação humana. O sistema sinaliza quando algo foge do padrão e aguarda antes de agir.
Do manual
ao sistema vivo.
Quatro fases de implementação. Cada fase com entrada, saída, e responsável definido: auto (agente IA) ou humano.
Identificação do processo atual: quem faz, o que faz, em que ferramenta, com que frequência. Sem mapa, automação fica frágil.
Arquitetura da automação: quais agentes participam, ferramentas conectadas, onde humano valida, onde sistema decide.
Implementação dos agentes e workflows. Testes em paralelo com o processo manual antigo até validar a confiabilidade.
Sistema vivo. Monitoramento de falhas, ajuste de prompts, expansão dos agentes pra cobrir casos não previstos.
Sistema vira vantagem.
Infraestrutura sem atrito.
Stack montado em camadas que se comunicam. Cada ferramenta tem função específica. Nada de all-in-one que trava quando você precisa sair.
Salesforce · Custom Webhooks
Python Scripts · Cron Jobs
Custom Prompts · Tool Use
Notion · Airtable · dbt
WhatsApp API · Relatórios PDF
Automação que escala
junto com você.
Primeiro workflow operando em 3 semanas. Sem código proprietário que prende. Stack open-source que você controla. Agentes que aprendem com o uso.